Seria o dinheiro mais importante do que o planeta
ou seria um holocausto programado?
ou seria um holocausto programado?
Por Heitor Fernandez*
No teatro dos acordos para salvar o planeta, sua morte e de seus descendentes já está planejada. Indícios latentes conduzem à necessidade da redução populacional. A preocupação não se fixa apenas à falta de água potável, mas também à escassez de comida e de espaço.
Hitler usou gases - e os EUA também parecem estar usando em doses homeopáticas, de forma indireta e aparentemente despretensiosa.
Como era de se esperar, terminou em fracasso o encontro da 15ª. Conferência das Nações Unidas sobre redução de gases pelos países desenvolvidos para salvar o planeta. O encontro realizado em Copenhague ficou sem acordo porque o Brasil, EUA, China, Índia e África do Sul queriam uma decisão considerada enganosa pela maioria dos países participantes. A proposta era de impedir a elevação da temperatura em dois graus centígrados até 2020, mas sem dizer como seria e sem fiscalização. Nessa poluição de engodo existe um cheiro fétido de acordos pessoais gananciosos misturando-se à poluição ambiental.
“Em termos bíblicos, parece que estão nos oferecendo 30 peças de prata para trair o nosso povo”, disse o representante de Tuvalu, uma pequena ilha da Polinésia ameaçada de extinção pelo elevamento previsto do nível dos oceanos, referindo-se à proposta de se criar um fundo de apoio aos países pobres. Seria uma espécie de “cala boca” para que, além de deixar os grandes ganhar dinheiro com a desgraça dos outros, a redução da população tenha continuidade. Uma espécie de propina regulamentada.
Na realidade, poucos indivíduos politizados da aldeia global estão percebendo o porquê do dinheiro estar sendo colocado acima dos interesses do planeta? Parece que estão unindo o útil ao desagradável. Os mortos de agora pelas intempéries já podem ser contabilizados como vítimas da nova ordem mundial. Para muitos a ficha cerebral do questionamento ainda não caiu. De que serve o dinheiro sem o planeta? Dentro desta lógica, nos desacordos para salvar o planeta, fica claro que o objetivo principal não é proteger a economia dos paises dominantes e sim conduzir ao holocausto tendo a natureza como algóz.
O planeta, como um ser vivo já começou a se defender da praga humana que tenta destruí-lo. A irracionalidade vai além do entendimento do cidadão, sem entender nada, considerando que parte da humanidade já está sendo vítima das mudanças climáticas.
Desde a Primeira Conferência sobre o planeta realizada em Berlin, em 1995, estamos assistindo de braços cruzados a ironia de pessoas, talvez já aliciadas, decidindo por nós que a emissão de fumaça dá lucro e deve ser mantida. Existem dúvidas em relação a essas atitudes?! Tudo isso pode ser visto dentro de uma lógica racional: O que transparece é que dirigentes mundiais teriam interesse em destruir parcialmente o planeta devido a sua iminente superpolução. Estudos e estatísticas nos mostram que logo não haverá mais espaço na terra para tantas bocas. Com a redução da raça humana se iniciaria uma nova era de seres selecionados pelo sistema. Seria uma prática Hitleriana mais sofisticada? Já sabemos que as nações desenvolvidas já possuem locais isolados e protegidos com alta tecnologia para sobrevivência durante longo período, até que o clima volte ao normal.
Até o momento só estamos vendo medidas paliativas e enganosas. Medidas de condução da humanidade ao extermínio. Para quem ainda duvida, pesquise a palavra chave: Bilderberg, assim terá mais conhecimento sobre uma sociedade secreta contemporânea de poderosos, que teria como principal propósito o plano oculto de dominação e de decisão sobre o futuro da humanidade.
*Heitor Fernandez é Jornalista, Publicitário, Administrador de Empresas, Cartunista, Escritor, Escultor e Editor dos Jornais, Primeira Linha e Folha de Notícias.
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